O dinheiro não dorme
Marca de moda com a WIT deixa verba no ar 24 horas. Se elas continuam aqui depois de tantos anos, não é por relatório bonito. É porque o ROAS segura.
Belo Horizonte · desde 2019
A WIT opera marcas de moda que já passam de R$ 100 mil por mês no digital. O ROAS costuma subir 50% assim que a operação muda de mãos — e as que mais crescem são as que escutam o resto do conselho, da compra ao lançamento.
Com quem trabalhamos
Algumas você provavelmente conhece — e talvez já tenha comprado. Em umas delas, a WIT não é só fornecedora: senta no conselho.
Trópicus, LEG.LEGS, Trinity, Zandara Store, Letícia Vaz Store, Loah Brand, Yellow Lily Store.
E dezenas de outras. O portfólio público é só uma fatia.
O método
Por anos operamos só a mídia. Depois compramos um dos clientes. Foi o jeito de ver as dores da moda por dentro: matéria-prima, grade, prazo, frete, coleção, caixa. É por isso que a consultoria da WIT vai da compra ao criativo no ar — e por isso o KPI continua sendo o mais duro de todos: retorno sobre o investimento em anúncio.
Marca de moda com a WIT deixa verba no ar 24 horas. Se elas continuam aqui depois de tantos anos, não é por relatório bonito. É porque o ROAS segura.
Grade incompleta no mais vendido, frete mal desenhado ou lançamento sem estoque derrubam conversão mais rápido do que um criativo ruim. A gente olha isso junto.
No e-commerce de moda, o primeiro contato quase sempre nasce no Instagram. A compra, muitas vezes, se resolve no Search. Operamos os dois como uma jornada só.
As marcas que mais extraem a WIT são as que deixam a gente entrar na operação — da política de frete ao dia do drop. Em algumas, isso virou cadeira no board.
Serviços
Tráfego pago é o centro. Em volta dele, o que a operação precisa para a mídia não trabalhar sozinha: marca, criativo, social e relações — no mesmo time, com o mesmo critério.
Meta e Google, todos os dias. Aquisição, catálogo, remarketing, Search e PMax. Relatório que lê criativo, grade e canal — não só o gasto da semana.
Da compra ao lançamento da campanha. Estoque dos mais vendidos, ticket, frete, calendário de coleção e o que de fato destrava conversão no site.
Como a marca deve ser percebida — e o que isso muda no preço, no site e no anúncio. Sem identidade solta: marca a serviço da venda.
Criativo pensado para o formato em que a cliente compra. Look, still, catálogo, UGC. O que performa escala. O que não performa sai.
O Instagram da marca de moda é etapa da jornada, não vitrine. Frequência, prova social, link certo no story, conteúdo que segura a compra.
Imagem pública, imprensa e as portas que uma marca de moda precisa abertas. Relação, não disparo.
Para quem
A WIT entra quando a marca já existe, já vende, e o digital ainda está desalinhado com o que o produto merece.
Quem já construiu demanda. Quem já sabe o custo de uma campanha mal operada. Quem trata mídia como P&L, não como experimento.
As melhores contas da casa não pedem só um gestor de tráfego. Pedem alguém que fale de grade, de frete e de lançamento com a mesma seriedade do ROAS.
Próximo passo
Conta o faturamento do mês, o canal que mais dói e o Instagram da marca. A WIT responde como opera — sem tabela pública, sem teatro de agência.